Tecnologia

Linhares e governo do Estado firmam convênio para transformar o município em cidade inteligente

O secretário municipal de Modernização, João Carlos Souza Filho, que também é o gestor interino da secretaria municipal de Finanças e Planejamento, teve uma importante reunião com os membros do Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação para apresentar a implantação do projeto Conecta Linhares.

A iniciativa marca um avanço significativo rumo à modernização da cidade, aliando tecnologia, sustentabilidade e melhoria na qualidade de vida da população.

O projeto é um convênio firmado entre a Prefeitura de Linhares e o Governo do Estado para implantar no município o conceito de cidade inteligente, com recursos do acordo de Mariana. O Projeto Conecta Linhares, com participação do Ifes do município, prevê treinamentos da população atingida para o uso de tecnologias que facilitarão acesso aos serviços públicos.

Haverá também treinamento para micro e pequenos empreendedores, incluindo tecnologias digitais de apoio, que vão desde praças com WiFi gratuito para uso da população, até soluções para geração de negócios locais, oferta de empregos, passando por prevenção de acidentes e fenômenos climáticos.

O projeto prevê também um laboratório de prototipagem de startups no campus do Ifes Linhares.
O objetivo é criar um ambiente totalmente moderno e que gerará novas oportunidades para o setor de tecnologia, integrando-se com o ambiente de negócios que já avança a cada dia na cidade.

O projeto será coordenado pela prefeitura municipal, com a expertise de várias instituições nacionais e internacionais, e prevê a entrega de diversos planos e projetos de tecnologia para a cidade ao longo de 36 meses.

A primeira etapa tem o valor de R$ 9,5 milhões e engloba treinamentos, tecnologias e modelo de gestão.

“O Conecta Linhares é um projeto fundamental para viabilizar o fortalecimento da pesquisa e da inovação em Linhares, potencializando esse ecossistema que envolve poder público, universidades, aceleradoras, incubadoras, fundos de investimento, centros de pesquisa e desenvolvimento, startups, movimentos culturais e criativos e a sociedade”, diz João Carlos Souza Filho.